terça-feira, 10 de outubro de 2017

FAÇA UM TERRÁRIO UTILIZANDO UMA LÂMPADA

FAÇA UM TERRÁRIO UTILIZANDO UMA LÂMPADA

Aprenda neste tutorial como fazer um terrário utilizando uma lâmpada, aquela que você ia jogar fora pois queimou e até então não tinha mais utilidade. Siga aqui com a gente e confira!

MATERIAIS
Lâmpada
Alicate de ponta fina
Tesoura
Pinças longas
Chave de fenda
Óculos para proteção

 como fazer um terrário com lâmpada passo a passo
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PASSO A PASSO
1. Vamos começar com a lâmpada. Estaremos removendo as peças do interior. Esta etapa envolve a quebra de vidros, por isso use óculos para proteger os olhos. Recomenda-se fazer este processo dentro de uma caixa para os cacos de vidros caírem dentro dela. Em primeiro lugar, retire a ponta de metal do fundo da ampola. Usando um alicate, cutuque cuidadosamente os lados da ponta de metal da parte de vidro preto.
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2. Quando os lados estiverem suficientemente levantados para obter uma boa aderência sobre eles, segure um dos lados com seu alicate e retire a ponta de metal. Você sentirá alguns pequenos fios quebrarem enquanto faz isto.
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3. O próximo passo é remover o vidro preto. Segure um lado do vidro com o alicate e torça firmemente até quebrar o vidro. Repita este processo em torno de todo o vidro e retire todos os pedaços restantes. Este vidro é bem grosso e será precisa um pouco de força para quebrá-lo, por isso tome cuidado e segure a lâmpada firmemente. Agora é possível ver as partes interiores da lâmpada.

com fazer um terrário com lâmpada passo a passo


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4. Usando uma chave de fenda como uma espécie de alavanca, empurre o interior da lâmpada para o lado. Em seguida, gire a chave de fenda em torno do conteúdo de dentro da lâmpada com o objetivo de quebrá-lo. É necessária uma certa força para isto, tenha cuidado mas não tenha medo de quebrar a lâmpada, isso provavelmente não acontecerá. Segure-a firmemente enquanto faz este processo. Puxe os fios restantes com o alicate. Se ainda houver alguns pedaços de vidro em torno da borda interior quebre-os com a chave de fenda.


como fazer um terrário com lâmpada passo a passo

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5. Agora você tem uma lâmpada vazia! Esta foi definitivamente a parte mais difícil do trabalho. Em seguida, coloque adesivos de silicone sobre o lado da ampola para servir de base.
como fazer um terrário com lâmpada passo a passo
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6. Coloque algumas colheres (sopa) de areia dentro da lâmpada. Para tornar isto mais fácil, utilize um funil ou um pedaço dobrado de papelão.
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7. Este terrário inclui preservadas folhas de musgo, musgo de rena e bromélia. Corte um pequeno pedaço de folha de musgo e coloque na lâmpada. Posicione-o usando um pauzinho ou pinças longas. Corte alguns pequenos pedaços de musgo de rena e adicione também. Coloque a bromélia na lâmpada, empurrando a extremidade menor em primeiro lugar. Posicione os diferentes elementos para uma boa aparência e, se desejar, adicione mais musgos e/ou pedras.
como fazer um terrário com lâmpada passo a passo
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8. Para ficar ainda mais divertido, pequenos animais de brinquedo podem animar seu terrário. Neste projeto foi usado uma miniatura de cavalo. Quaisquer outros objetos como pedras, paus, bolinhas, etc, fica divertido. Pronto! Agora você tem um belo terrário.
como fazer um terrário com lâmpada passo a passo
ALGUNS PEQUENOS CUIDADOS:
– Use areia ou pequenos seixos, eles são bons porque a água escoa através deles facilmente.
– Use bromélias, também conhecidas como plantas de ar, elas são uma ótima escolha para o seu terrário pois absorvem todos os nutrientes de que necessitam a partir do ar e uma pequena quantidade de água.
– Escolha musgo preservado. Musgos preservados não são vivos mas vão manter a umidade, deixando a planta feliz.
– Deixe seu terrário em uma luz solar parcial.
– Dê ao seu terrário uma pequena quantidade de água uma vez por semana e despeje qualquer excesso.
– Não use musgo vivo, eles são exigentes e é provável que não sobrevivam neste ambiente.
– Não mantenha seu terrário no escuro.
– Não o deixo em plena luz solar também.
– Recomenda-se o uso de luvas durante o trabalho delicado na lâmpada.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

As corridas e ralis mais intensas do mundo

Fazer as malas, pegar seu carro e cair na estrada sem rumo. Se você já fez uma viagem assim, certamente gosta de aventuras sobre quatro rodas.
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Existem várias maneiras de se divertir (e ter uma descarga de adrenalina) ao volante de um carro. Participar de um rali é uma experiência extenuante que leva piloto e máquina ao limite, mas proporciona um contato mais íntimo com a natureza e explora sua capacidade de sobrevivência em situações extremas.


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Competir em uma prova de longa duração é um dos maiores desafios da carreira de um piloto de corrida, a ponto do lendário designer Gordon Murray (que trabalhou por quase duas décadas projetando os carros da McLaren) dizer que “vencer (as 24 Horas de) Le Mans é mais difícil do que um campeonato de Fórmula 1”.
Veja a seguir alguns dos desafios mais complicados do mundo do automobilismo.
Rally Dakar
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Cruzar vários países debaixo de um sol escaldante, enfrentando os desafios de diferentes tipos de terreno e condições climáticas, correndo o risco de se perder no meio de um deserto sem qualquer assistência médica imediata e com recursos escassos. Este é o Rali Dakar, antigamente conhecido como Paris-Dakar.
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Criada em 1979, a etapa largava da capital francesa com destino à cidade de Dacar, no Senegal. Naquela ocasião, 182 veículos partiram da praça do Trocadero, mas apenas 74 venceram o desafio de 10 mil quilômetros. A partir de 1980 a categoria de caminhões foi incluída na competição e em 1988 teve 603 veículos inscritos, até hoje o recorde de participantes. No ano 2000, a prova deixou de começar na França, cruzando o continente africano de oeste a leste, do Senegal ao Egito.

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O rali só deixou de ser disputado uma única vez. Foi em 2008, quando a ameaça atos terroristas fez os organizadores cancelarem a edição poucos dias antes da largada. O medo da violência combinado com uma tentadora proposta financeira fez a corrida cruzar o Atlântico e ser realizada na América do Sul, onde acontece desde 2009.


Em 2014, o Dakar acontecerá entre 5 e 18 de janeiro, partindo de Rosário, na Argentina, até Valparaíso, no Chile.
Rally dos Sertões
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Se o Dakar é o rali mais difícil do planeta, o Rally dos Sertões vem logo atrás.
A prova começou a ser realizada em 1991, quando partia de Ribeirão Preto (SP) até Maceió (AL). A partir de 1993 ela ganhou o nome Rally dos Sertões, indo de Campos do Jordão, em São Paulo, até Natal, a capital do Rio Grande do Norte. Somente as motos participavam da corrida até 1995. Naquele mesmo ano, ela já começava a atrair alguns nomes do cenário do rali mundial. A prova foi crescendo a cada ano e passou a aceitar os caminhões em 1999.
Nos últimos cinco anos, pilotos de ponta disputaram o Rally dos Sertões. Em 2009, a Volkswagen trouxe para cá três protótipos que também disputavam o Dakar naquela época. O trio fez bonito, garantindo os dois primeiros lugares (com a lenda do rali Carlos Sainz levando a melhor) e a sexta colocação entre os carros.
O francês Stéphane Peterhansel, 11 vezes campeão do Dakar, estreou na prova em 2012 com título – além dos Sertões, ele também corre o Dakar todo ano. Na edição 2013, o Rally dos Sertões percorreu 4.157 quilômetros, com largada e chegada em Goiânia (GO), fazendo um laço em Palmas, capital do Tocantins. Sabe quem venceu entre os carros? Peterhansel, é claro.



Pikes Peak

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Este simpático senhor é Nobuhiro Tajima, um japonês de 60 anos. Ele poderia ser um aposentado que passa seu tempo livre se dedicando a atividades típicas da colônia nipônica, como jogar gateball (um esporte livremente inspirado no críquete) ou disputar torneios de karaokê. Mas Tajima prefere viver de um jeito um pouco mais animado: arriscando sua vida na prova de Subida de Montanha mais perigosa do mundo.
Antes que você pergunte, a Subida de Montanha é uma modalidade com nome auto-explicativo, na qual o objetivo é chegar a um ponto mais elevado da largada no menor tempo possível. Praticamente qualquer tipo de automóvel pode participar destas provas, desde modelos originais de fábrica até protótipos.
A Pikes Peak International Hill Climb é realizada desde 1916 em um percurso com 19,99 quilômetros de extensão e 156 curvas. A linha de chegada fica a 4.300 metros de altitude.





Na edição deste ano, foi a vez de um certo piloto de rali experimentar as emoções da prova. E ele se deu bem. Completou o percurso em 8’13”878, quebrando o antigo recorde em 15%. Quer saber o nome deste cara? Sébastien Loeb.
Se você não o conhece, basta dizer que ele é nove vezes campeão do Campeonato Mundial de Rali, o WRC. Acho que isso basta.

Rubicon


Quem gosta de off-road sabe que quanto mais difícil for o caminho, melhor. Mas até os jipeiros mais experientes tremem na base quando ouvem falar da Rubicon Trail.
Localizada na Califórnia, ela é a trilha mais difícil do mundo, classificada com a nota 10 de grau de dificuldade numa escala que vai de 1 a 10. Nela não há riachos, atoleiros ou buracos. Só pedras. Gigantes. Por todos os lados.
O percurso de 12 quilômetros pode parecer simples. Os participantes saem da margem de um lago (o Loon Lake) e chegam até a margem de outro, o Lago Tahoe. Seria um agradável passeio em um dia ensolarado, não fossem as enormes rochas pelo caminho. A velocidade média dos jipes não passa de 8 km/h e só os pilotos habilidosos conseguem transpor os obstáculos sem colocar em risco a integridade do veículo e de si mesmos.
Originalmente utilizada pelos índios para fazer comércio, a trilha foi descoberta pelo Exército norte-americano no século XIX. Somente em 1908 é que o primeiro veículo motorizado conseguiu percorrê-la.
24 horas de Le Mans
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Se você acha a Fórmula 1 a categoria mais desafiadora do automobilismo mundial, aconselho ver uma prova de longa duração.
A 24 Horas de Le Mans é a corrida de resistência (ou endurance) mais antiga do mundo. Realizada desde 1916 na cidade de Le Mans, na França, testa as habilidades de piloto, equipe e carros durante 24 horas ininterruptas. Há pouca iluminação noturna pelos 13,629 quilômetros do Circuito de Sarthe, obrigando os pilotos a confiarem no equipamento e em seus reflexos. Três deles se revezam na corrida, ouvindo instruções dos chefes do time o tempo todo e descansando quando não estão na pista.
Le Mans é uma das provas mais perigosas do automobilismo mundial. Vários acidentes fatais aconteceram desde a primeira corrida, em meados dos anos 20. O mais grave deles aconteceu em 1955, quando a Mercedes-Benz 300 SLR pilotada por Pierre Lavegh foi tocado por outro carro que tentou evitar uma colisão.
O contato fez o Mercedes decolar em direção a um banco de areia do lado da pista, arremessando Lavegh do veículo. Além do piloto, que teve morte instantânea, mais 83 pessoas perderam a vida depois dos destroços flamejantes caírem sobre o público. Depois do acidente, que até hoje é o pior da história do automobilismo, a Mercedes-Benz resolveu se retirar das pistas de corrida, retornando com equipes oficiais apenas em 1989.
Outras cenas chocantes também entraram para a história de Le Mans. Em uma infeliz coincidência, a Mercedes-Benz (de novo) se viu envolvida em acidentes na prova, desta vez sem vítimas fatais. Aconteceu em 1999, quando o CLR, o protótipo que substituía o antigo CLK-LM, literalmente “decolou” durante os treinos livres. Ao volante estava Mark Webber, atual piloto da Red Bull na F-1. O carro, que havia passado por milhares de testes em túneis de vento para atestar sua segurança, foi totalmente reconstruído e teve sua pressão aerodinâmica reforçada na frente para os treinos de sábado.
Não adiantou: Webber e o CLR levantaram voo novamente, desta vez na curva Mulsanne.
Mesmo com o fantasma de 1955 assombrando a equipe, o então diretor técnico Norbert Haug resolveu botar seus outros dois carros na pista. Quando a corrida estava com apenas quatro horas decorridas, outro CLR, o número 5 pilotado por Peter Dumbreck, decolou e deu dois loopings no ar antes de aterrisar nas árvores próximas a curva Indianapolis.
Diante do terceiro infortúnio em três dias, a Mercedes entregou os pontos e retirou o último CLR, pilotado por Bernd Schneider, da prova.
O cara das 24 Horas de Le Mans é Tom Kristensen, com “apenas” nove vitórias em seu currículo. O dinamarquês, inclusive, é o atual campeão, ao lado do escocês Allan McNish e do francês Löic Duval. O trio levou a Audi ao seu 12º título na competição, mas a prova acabou ficando marcada pela morte de Allan Simonsen, que colidiu na terceira volta da prova.




24 horas de Nürburgring

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Quase 21 quilômetros espalhados em 151 curvas. Nürburgring Nordschleife é um dos mais míticos e assustadores autódromos do mundo.
O palco do fatídico acidente de Niki Lauda (retratado com fidelidade assustadora em “Rush – No Limite da Emoção”), não é uma pista para amadores, embora vários motoristas e aspirantes a pilotos se aventurem todo dia nas sessões abertas a qualquer pessoa apta a dirigir.
Isso mesmo: se você tiver uma carteira de habilitação válida em mãos, pode sentir a adrenalina de acelerar na pista que já fez mais de 200 vítimas fatais.
É justamente este autódromo, conhecido como “Inferno Verde”, o palco das 24 Horas de Nürburgring.


A segunda corrida de longa duração mais importante do automobilismo mundial acontece desde 1970 e envolve mais de 200 carros e pelo menos 800 pilotos, já que até quatro pessoas podem compartilhar o volante de um mesmo veículo. Cada participante pode pilotar por até 150 minutos, mas precisa descansar pelo menos duas horas antes de retornar à pista. Os pilotos podem percorrer todo o percurso da pista, com mais de 26 quilômetros por volta.
Apesar de desafiadora, a corrida é menos badalada do que as 24 Horas de Le Mans. Praticamente qualquer carro pode participar mediante o pagamento de uma taxa de inscrição de aproximadamente 4 mil euros, mais 3 mil euros para cobrir os custos com combustível. É por isso que se veem desde esportivos de rua seminovos até protótipos que participam de provas de turismo, como a GT3.
Na última edição, que começou às 16h do dia 19 de maio e terminou no mesmo horário do dia seguinte, a prova foi interrompida por nove horas devido às fortes chuvas que castigaram o circuito naquele final de semana.

sábado, 7 de outubro de 2017

ILHA DE MAN: O LAR DA CORRIDA MAIS PERIGOSA DO MUNDO

Em 1903, o Parlamento Britânico introduziu um limite de velocidade de 32 km/h nas vias públicas da Inglaterra, inviabilizando qualquer tipo de disputas automotivas por lá.

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Em uma época em que tanto as motos quanto os carros estavam começando a ganhar espaço no mundo para uso "normal", e muito antes de alguém sequer pensar em criar pistas específicas para disputas entre essas máquinas, já existiam pessoas dispostas a correr com seus carros e motocicletas para ver quem era mais rápido. O ser humano é competitivo, afinal.

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Foi a partir dessa proibição que Sir Julian Orde, secretário do Clube de Automóveis da Irlanda e Grã-Bretanha, resolveu recorrer às autoridades de uma pequena ilha situada entre a Inglaterra e a Irlanda para que as competições acontecessem nas estradas de lá. Mal sabiam os envolvidos que eles estavam dando o primeiro passo para a criação de uma das mais tradicionais, perigosas e fantásticas corridas do mundo: o Tourist Trophy da Ilha de Man.

A Ilha de Man


De acordo com o censo de 2011, a diminuta porção de terra no meio do mar acolhe pouco mais de 84 mil habitantes. Conhecida também por ser uma espécie de paraíso fiscal na Grã-Bretanha, devido aos baixíssimos impostos, a Ilha de Man faz parte do Reino Unido e tem como chefe de estado a Rainha Elizabeth II, mas é governada de forma centralizada pelo seu próprio parlamento.

Com uma área de 572 quilômetros quadrados, a Ilha de Man é composta majoritariamente por campos e áreas rurais, e suas áreas urbanas mais importantes são a capital Douglas e o distrito de Ramsey.


Graças às belas paisagens e também aos incentivos do governo (em uma tentativa de popularizar mais o lugar), diversas produtoras inglesas optam por usar a ilha como cenário para a gravação de seus filmes – "Harry Potter e a Câmara Secreta" teve alguns takes filmados por lá.

Mas, sem dúvida alguma, o que torna a Ilha de Man especial – e que também serve de base para economia do lugar – é um evento que acontece anualmente e que dura duas semanas.

Tourist Trophy, o maior espetáculo da Terra








O TT, como é mais conhecido, começou em 1907 e, desde então, movimenta multidões de aficionados por velocidade em uma peregrinação anual para prestigiar o evento motociclístico centenário. São duas semanas dedicadas ao Tourist Trophy durante o verão no Hemisfério Norte.

A largada é individual e cada piloto sai com 10 segundos de intervalo dos outros. Isso porque a disputa não é para quem chega primeiro, e sim para quem termina a corrida no menor tempo relativo. Não é uma questão de simplesmente vencer seu oponente: é uma questão de vencer a pista.

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O que torna o TT diferente das demais corridas e competições por aí é que o seu percurso tem 60,7 quilômetros de vias públicas, com mais de 200 curvas feitas entre estradas e ruas que cortam as áreas rurais e os vilarejos da ilha – uma herança de tempos nos quais pistas de corrida não haviam nem sido pensadas.

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Isso significa que não existem áreas de escape, como nas pistas de corrida: os pilotos correm a mais de 300 km/h em meio a postes, muros e árvores ao longo do percurso, além de ter que lidar com todas as imperfeições de estradas normais.




É por isso que a corrida é considerada também a mais perigosa do mundo: desde sua criação, o percurso conhecido como Snaefell Mountain Course – batizado em função da área montanhosa mais alta da ilha – já vitimou mais de 240 pilotos, em uma mórbida média de mais de duas pessoas por edição do evento.

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A velocidade média alcançada na última edição do evento, que aconteceu em junho desse ano, foi de mais de 212 quilômetros por hora, e os mais de 60 quilômetros são percorridos em pouco mais de 17 minutos. A ode à velocidade é reforçada pelo troféu do evento: o "Espírito do TT", representado pela imagem do deus grego Hermes sobre uma roda com asas.


Para correr na ilha, embora seja necessário ter técnica, o principal requerimento é ter muita coragem. Até mesmo Valentino Rossi, o grande nome da motovelocidade moderna, disse que, para se correr no Tourist Trophy, é necessário um "grande par de bolas".

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Porém, é justamente o risco altíssimo de se correr na Ilha de Man que cria todo o misticismo que circunda o Tourist Trophy: é como se ele fosse uma memória remanescente dos tempos de corrida em sua forma mais crua e pura, que se recusa a ceder aos padrões de um mundo competitivo obcecado por segurança.

Essa teimosia, no entanto, foi o que custou ao percurso Snaeffel sua retirada do calendário oficial do Campeonato Mundial de Motociclismo em 1976 depois de um boicote feito por pilotos preocupados com sua integridade. Mas apesar de ter sofrido um grande baque, foi a paixão dos participantes pela velocidade que manteve o evento de pé até hoje.

A motivação para correr

Mas por que se arriscar a mais de 300 km/h em meio a postes e vilarejos? Certamente não é pelo dinheiro. Perto de categorias mais prestigiadas no mundo do automobilismo e do motociclismo, as corridas de estrada são bem mais simples quando o assunto é o valor da premiação.




Para entrar na competição, no entanto, não é assim tão fácil: é necessário participar de outras corridas que acontecem durante o ano e provar que você realmente sabe o que está fazendo. Essa foi uma forma dos organizadores do evento encontraram para evitar que mais pessoas morram.

Existe, no entanto, um dia específico no qual o mesmo percurso percorrido pelos pilotos fica aberto ao público – e sem qualquer limite de velocidade. Não é à toa que esse dia foi batizado de Mad Sunday, ou Domingo Maluco.

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Mas o que realmente move os competidores é a adrenalina que vem como recompensa pelo alto risco. Algo que, segundo Connor Cummins em um documentário a respeito da corrida, é impossível de se conseguir em qualquer outro tipo de competição. Para o piloto, natural da Ilha de Man e participante do  desde 2006, o TT é "a experiência mais poderosa que você ter na sua vida".

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Detalhe: isso veio de quem sofreu um acidente gravíssimo durante a competição em 2010 e quase perdeu a vida, mas que no ano seguinte estava lá de volta em cima de uma moto. Outros pilotos também descrevem a sensação de correr na ilha como uma droga poderosa, algo difícil até mesmo de se imaginar sem.

E é isso que tem sustentado o Tourist Trophy da Ilha de Man há mais de 100 anos.

O lar da velocidade

Nas últimas edições do Tourist Trophy, a ilha chegou a comportar quase o triplo de sua população original e, segundo os organizadores, a cada ano que passa eles estão cada vez mais próximos do limite de ocupação.

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Então, se algum dia alguém perguntar "onde tem estrada pra correr desse jeito" sempre que aparece uma moto ou carro potente por aí, você já sabe: a velocidade tem um lar com endereço certo, e esse lugar é a Ilha de Man.




Montanhas Dolomitas Itália

As Dolomitas formam uma cadeia montanhosa dos Alpes orientais no norte da Itália, a origem do nome deriva da rocha dolomite. 

Montanhas Dolomitas – Itália

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A área dolomítica estende-se entre as províncias de Belluno - que constitui sua parte mais relevante - Bolzano, Trento, Údine e Pordenone. 


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Montanhas Dolomitas – Itália

O ponto mais alto das Dolomitas é a Marmolada, com 3 343 metros acima do nível do mar. Outros picos importantes são: Piz de Léch, monte Schiara, monte Civetta e monte Antelao. 

Montanhas Dolomitas – Itália

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São 18 picos que se elevam a mais de 3.000 metros e apresentam paisagens de montanha fantásticas, com paredes verticais, penhascos, vales estreitos e profundos. 

Montanhas Dolomitas – Itália

O local apresenta paisagens espetaculares de importância internacional para geomorfologia marcada por torres, pináculos e paredes de pedra, bastante procurados por montanhistas. 

Montanhas Dolomitas – Itália

É caracterizada por frequentes deslizamentos de terra, inundações e avalanches, também possui um dos melhores exemplos da preservação dos sistemas da plataforma do Mesozóico carbonato, com registros fósseis. 

Montanhas Dolomitas – Itália

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A região é comumente dividida por Dolomitas Ocidentais e Orientais. 

Montanhas Dolomitas – Itália


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As Dolomitas são procuradas nos meses de inverno para esquiar, para montanhismo, caminhadas, escaladas e Base Jumping, bem como parapente e asa-delta no verão e primavera
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Localização por satélite 

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Cachoeira Hengifoss Islândia

A Cachoeira Hengifoss tem 118m de altura e é uma das mais altas da Islândia. 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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Ela possui uma particularidade com camadas de basalto atrás das quedas, bem como interessantes listras vermelhas horizontais. 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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Esta cachoeira despenca do alto de uma falésia com vista para o lago Lagarfljót, bem como sua floresta circundante (florestas são uma raridade na Islândia). 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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Para se ter uma visão mais próxima das quedas, é necessário caminhar cerca de 2,5 km em uma subida muito bonita, através de uma trilha. 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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No caminho, outras cachoeiras menores no fundo do desfiladeiro podem ser acessadas, ao lado da trilha.
 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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O último quilômetro da trilha é um pouco mais estreito e escorregadia , levando para a direita até a base da cachoeira. 

Cachoeira Hengifoss – Islândia

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Para chegar a Hengifoss é só pegar a unidade sul do Rodoanel (Rota 1) por 11 quilômetros. Em seguida, vire à direita na rota 931 e segui-lo por cerca de 21 km, uma vez que segue as praias do sudeste da Lagarfljót antes de acabar de atravessar a ponte e chegar a um cruzamento de três vias. Vire à esquerda no cruzamento para a Rota 933 e siga por 1,6 km

Localização por satélite

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Veja;

Kalapai Malásia

Muito frio